terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Arqueólogos descobrem restos de templo do século 3 a.C.

Entre os objetos que foram resgatados pela expedição estão a figura da deusa Bastet, representada por um gato (na foto)
 
Uma missão arqueológica egípcia descobriu em Alexandria os restos de um templo ptolomaico dedicado à deusa Bastet e pertencente à rainha Berenice, esposa de Ptolomeu 3, cuja construção remonta ao século 3 antes de Cristo.
Segundo um comunicado divulgado hoje pelo Conselho Supremo de Antiguidades egípcio (CSA), a expedição, que foi liderada pelo diretor de Antiguidades do Baixo Egito, Mohammed Abdel Maksoud, também desenterrou 600 diferentes objetos daquela época.

Entre os objetos que foram resgatados pela expedição estão a figura da deusa Bastet, representada por um gato (na foto)
A nota explica que a descoberta foi feita durante escavações rotineiras na região de Kom al-Dikka, na cidade mediterrânea de Alexandria, dentro de um recinto militar.

O secretário do CSA, Zahi Hawas, assegurou que o templo tem dimensões de 60 metros de comprimento por 15 de largura e se estende sob a rua Ismail Fahmi.


Segundo Hawas, a construção foi destruída na última época da era ptolomaica quando usada para construções, o que provocou o desaparecimento de muitos de seus blocos de pedra.
Entre os objetos que foram resgatados pela expedição estão a figura da deusa Bastet, representada por um gato, considerada a deusa da proteção e da maternidade. Isso indica, segundo Maksoud, que o templo era dedicado a essa deusa
.
Maksoud ressaltou que foram encontradas três estátuas de Bastet em diferentes pontos da escavação junto a outras figuras esculpidas em pedra de um menino e uma mulher.
Além disso, foram encontrados potes de barro, estátuas de bronze e louça de diferentes divindades do antigo Egito, além de representações de terracota dos deuses Harpócrates (Horus menino) e Ptah.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Cientistas isolam DNA nuclear de Neandertal


Caveira
Homem de Neandertal desapareceu há 29 mil anos
Fonte: BBC Brasil - Aqui


As primeiras sequências do DNA nuclear do homem de Neandertal foram divulgadas em uma conferência científica em Nova York, nos Estados Unidos.

O geneticista Svante Paabo e sua equipe do Instituto de Antropologia Evolucionária Max Planck, em Leipzig, na Alemanha, anunciaram ter isolado longos segmentos do material genético do fóssil de um Neandertal de 45 mil anos de idade, encontrado na Croácia.
A pesquisa deve revelar o quão próxima do homem moderno, o Homo sapiens, era a espécie.

Os detalhes foram publicados pelo site de notícias científicas News@nature e mostram um avanço significativo em relação a pesquisas anteriores, que já haviam extraído DNA mitocondrial do homem de Neandertal (Homo neanderthalensis).

Este material fica na mitocôndria, a estrutura que leva energia às células, e apesar de as informações que ele traz serem bastante úteis, ele é mais limitado em alcance do que o DNA retirado do núcleo das células.
O DNA nuclear é o que realmente dirige a bioquímica do organismo.

Código divergente
Até agora, os cientistas conseguiram decodificar uma sequência de cerca de 1 milhão de pares-base, o que representa 0,03% do genoma do Neandertal. Os pares-base são as unidades de ligações químicas mais simples que mantém junta a hélice dupla do DNA.

As análises preliminares mostram que o cromossomo Y do Neandertal, que determina o sexo masculino no DNA, é bastante diferente do Y dos homens modernos ou dos chimpanzés. A diferença entre esse cromossomo em particular é maior do que entre outros cromossomos no genoma.
Os pares-base também mostram que o Neandertal diverge da linha evolucionária que levou aos humanos modernos há cerca de 315 mil anos.

A conclusão pode sugerir que houve pouco cruzamento entre as espécies.
Os homens de Neandertal viveram na Europa e em partes do oeste e centro da Ásia de 230 mil anos atrás a 29 mil anos atrás.

Não se sabe que fatores levaram a sua extinção, mas mudanças climáticas e a competição de humanos modernos podem ter contribuído para que ele desaparecesse.

Arqueólogos acham casas 'dos construtores do Stonehenge'


Escavação arqueológica perto do Stonehenge (foto: National Geographic)

Vilarejo teria abrigado centenas de casas (foto: National Geographic)
Arqueólogos britânicos disseram ter encontrado um antigo povoado que teria sido usado pelas pessoas que construíram o Stonehenge, o famoso monumento pré-histórico britânico.
Escavações no sítio arqueológico de Durrington Walls, próximo à Planície de Salisbury, onde fica o Stonehenge, revelaram vestígios de casas antigas.
De acordo com os cientistas, a população da época parece ter ocupado as casas por temporadas, para realizar rituais festivos e cerimônias fúnebres.
As moradias são de 2.600 a 2.500 a.C., o mesmo período em que a maior parte do Stonehenge foi construído.
Na era antiga, este povoado teria abrigado centenas de pessoas, o que o tornaria o maior vilarejo britânico neolítico já encontrado.

Entulho
“No local onde estavam as casas, escavamos os contornos no chão de camas e armários de madeira”, afirmou à BBC o arqueólogo Mike Parker Pearson, da Universidade de Sheffield.

Ossos de animais achados próximos ao Stonehenge (foto: National Geographic)
Local teria sido usado para banquetes e rituais (foto: National Geographic)
Os pesquisadores escavaram oito casas do antigo vilarejo, mas conseguiram detectar muitas outras prováveis moradias – possivelmente uma centena – usando um equipamento de geofísica.
Cada casa teria cinco metros quadrados, com um aspecto “meio de prisão”, segundo Pearson.
As casas são feitas de madeira, com chão de argila e um forno central. Arqueólogos encontraram entulhos com mais de 4,6 mil anos de idade.
“É o mais rico – e com isso, quero dizer, o mais sujo – sítio deste período conhecido na Grã-Bretanha”, disse Pearson. “Nunca vimos esta quantidade de cerâmica, ossos de animais e pedra-de-fogo.”
Rituais e festivais
O pesquisador da Universidade de Sheffield não acredita que o local fosse habitado durante todo o ano. Para ele o complexo religioso formado por Stonehenge e Durrington era usado para rituais funerários.
Pearson acredita que, na era neolítica, as pessoas vinham de diversas partes da Grã-Bretanha para grandes festas realizadas no inverno, onde muita comida era consumida. Isso explicaria o número de ossos de animais encontrados no local.
“O entulho achado não é um resto doméstico qualquer. Não há equipamentos de artesanato para limpeza de restos animais e nem de processamento de colheita”, disse.
“Os ossos eram jogados fora meio comidos. É o que chamamos de uma coleção de banquete. Aqui é aonde eles vinham para festejar. Você pode dizer que é o primeiro festival gratuito.”
Outro Stonehenge
O povoado de Durrington também tinha seu próprio monumento semelhante ao Stonehenge, porém feito de madeira, que foi descoberto em 1967.
Os dois monumentos estão alinhados a fenômenos do calendário astronômico. O Stonehenge está alinhado ao pôr-do-sol do solstício de inverno. O de Durrington está alinhado com o amanhecer do solstício de inverno. Segundo Pearson, os monumentos se complementam.

Stonehenge
A função original do Stonehenge ainda é objeto de teorias

Isso se encaixa com a idéia de que os locais eram usados para festivais, que surgiu após a análise de dentes de porcos achados no sítio.
“Uma das coisas que podemos deduzir a partir dos dentes de porcos, é que a maior parte deles (os porcos) foi abatida aos nove meses. E nós acreditamos que as porcas pariram na primavera”, afirmou o pesquisador.
“É provável que houvesse uma seleção de rebanho no inverno, e isso se encaixa com nossa teoria sobre os alinhamentos de solstícios em Durrington e Stonehenge.”
Em uma área separada, o arqueólogo Julian Thomas, da Universidade de Manchester, descobriu outras duas casas neolíticas, cada uma protegida por uma cerca de madeira e uma trincheira.
Mas, ao contrário das casas em Durrington, estas moradias não tinham entulhos.
“Primeiro pensamos que elas haviam sido limpas”, disse Thomas.

Vilarejo encontrado perto de Stonehenge (foto: National Geographic)
Escavações revelam casas rústicas

Porém, pesquisadores acreditam que essas moradias eram mantidas limpas e que teriam abrigado líderes da comunidade, além de sábios, chefes e religiosos. Ou que elas seriam lugares sagrados para rituais.

Cemitério
Pearson especula que Durrington era um local usado para celebrar a vida e depositar no rio os mortos, que seriam transportados para a além-vida, enquanto Stonehenge funcionava como memorial ou até cemitério para alguns dos mortos.
Depois do banquete, afirma Pearson, as pessoas viajavam por uma avenida para depositar os mortos no rio Avon, cujo curso segue em direção ao Stonehenge. Em seguida, elas seguiam por outra avenida, que levava ao monumento de Stonehenge, onde haveria cremação e enterro de outros mortos selecionados.
Stonehenge seria, portanto, um local para adoração dos ancestrais e de comunhão com os espíritos dos mortos. Ele teria sido o maior cemitério da Grã-Bretanha antiga, com cinzas de mais de 250 corpos.

Cientistas encontram provas de massacre em era Neolítica

Fonte: BBC Brasil
12/03/2007



Cemitério pré-histórico
Ossos foram encontrados em cemitério pré-histórico
Exames realizados em ossos encontrados em um cemitério pré-histórico indicam que eles pertenciam à vítimas de um massacre ocorrido na era Neolítica, de acordo com cientistas britânicos.

As descobertas sugerem que o período Neolítico foi mais violento do que se pensava.

Os restos mortais de 14 pessoas haviam sido encontrados nos anos 60 em Wayland’s Smithy, Oxfordshire. Mas tecnologias recentes permitiram que especialistas estabelecessem as datas dos ossos: entre 3590 a.C. e 3560 a.C.

O estudo foi realizado pela organização English Heritage, com ajuda da Universidade de Cardiff e Universidade de Central Lancashire.

Flecha
As vítimas – três delas provavelmente mortas com flechas – podem ter sido assassinadas em disputas por terras ou animais.

“Nós sabemos que uma pessoa foi atingida no abdômen porque encontramos a pequena ponta de uma flecha de pedra incrustada na pélvis”, disse Michael Wysocki, que participou do estudo.

“Nós também sabemos que os corpos de duas pessoas foram parcialmente devorados e desmembrados por cães ou lobos antes que os restos fossem enterrados.”
“Todas essas novas evidências sugerem que o período entre 3625 a.C. e 3590 a.C. pode ter sido de crescente tensão e reviravolta”, disse Wysocki.

“Com essa pesquisa, nós podemos agora pensar no período Neolítico em termos de indivíduos e comunidades e fazer comparações úteis e reveladoras sobre as escolhas e comportamentos no passado remoto”, disse Alex Bayliss, da English Heritage.

Frio pode ter matado últimos homens de Neandertal

Fonte: BBC Brasil
Reportagem - Aqui
21/02/2007



Crânio do homem de Neandertal
Homem de Neandertal viveu há cerca de 35 mil anos
Uma queda brusca na temperatura pode ter sido responsável pela extinção do homem de Neandertal, de acordo com um novo estudo.
Acredita-se que os humanos pré-históricos desapareceram de grande parte da Europa há cerca de 35 mil anos.



Agora, foram encontradas novas evidências em seu refúgio final, no sul da Península Ibérica, indicando que as últimas populações da espécie morreram há 24 mil anos por causa de um período de frio extremo.
O estudo foi realizado por especialistas do Museu de Gibraltar e da Universidade de Granada, na Espanha, e publicado na revista Quaternary Science Reviews.

Amostras retiradas do fundo do mar perto das Ilhas Baleares mostram que, na época, a temperatura média na superfície caiu para 8 graus centígrados. As temperaturas atuais na mesma região variam de 14 até 20 graus.
O evento foi o mais severo que a região vivenciou em mais de 250 mil anos, de acordo com os pesquisadores.
Clima
A mudança no clima teria causado uma seca, reduzindo a água potável e os animais disponíveis aos homens de Neandertal que ainda sobreviviam na área.
"Esse evento parece muito severo e bastante curto", afirmou o professor Clive Finlayson, do Museu de Gibraltar, à BBC. "Coisas como oliveiras e carvalhos conseguiram sobreviver. Mas uma população de neandertais que já estava fragmentada e estressada, e talvez elementos da fauna, não conseguiram."
As causas do resfriamento podem ter sido mudanças cíclicas na posição da Terra em relação ao Sol. Mas uma rara combinação de ar polar viajando rumo ao sul através do Vale do Reno e ar do Saara indo em direção ao norte podem ter contribuído para a situação.
Os mais antigos fósseis encontrados do homem de Neandertal datam de 350 mil anos atrás. Durante seu pico de existência, os neandertais dominavam uma área que ia da Grã-Bretanha e da Península Ibérica, no oeste, até Israel e o Uzbequistão, no leste.
A caverna de Gorham, em Gibraltar, mostra evidências de ter sido ocupada por um grupo de homens de Neandertal há 24 mil anos. Depois disso, os cientistas não encontram mais evidências da existência da espécie.

Copérnico enterrado novamente 467 anos após a sua morte


Astrónomo terá novo funeral

Restos mortais encontrados nos arredores
da catedral de Frombork, Polónia

2009-12-29





Reconstrução facial corresponde a retratos de Copérnico
Reconstrução facial corresponde a retratos de Copérnico

Os ossos do astrónomo polaco, Nicolau Copérnico (1473-1543), foram descobertos há quatro anos por arqueólogos locais, durante escavações nos arredores da catedral de Frombork e, 467 anos após a sua morte, terá um novo funeral, com cerimónia solene agendada para dia 22 de Maio de 2010.


Três anos após a exumação, análises de DNA determinaram que os restos mortais lhe pertenciam e foi esta a hipóteses que corroborou a especialistas forenses que a reconstrução facial do crânio correspondia aos retratos de Copérnico ainda conservados.

Os ossos encontrados serão sepultados debaixo de um dos altares da catedral e, no próximo mês, irão começar os trabalhos para se construir um túmulo de duas toneladas de granito negro. A informação foi dada por um porta-voz eclesiástico da diocese de Ermland, no Nordeste da Polónia.


Astrónomo terá novo funeral
"Agora temos a certeza de que o crânio encontrado em Frombork é o de Nicolau Copérnico", disse a um diário brasileiro o professor Jerzy Gassowski, do Instituto de Arqueologia de Pultusk, que em 2005 descobriu os restos atribuídos ao astrónomo.

O cientista revolucionou a Astronomia mundial ao dizer que a “Terra gira em torno do Sol” e a sua obra «De Revolutionibus Orbium Coelestium», considerada uma pedra basilar da astronomia, desenvolve a teoria heliocêntrica – na qual defende que o astro permanece estático com revoluções dos planetas em seu redor por um determinado período, formando um sistema: o solar.

Quando afirmou que a Terra se move em torno do Sol, em 1543, o cientista Nicolau Copérnico não apenas divulgou um novo postulado científico, aquilo que ele provocou foi uma revolução no pensamento ocidental, ao tirar pela primeira vez o homem do centro do Universo. Até então, a teoria geocêntrica de Ptolomeu, em que tudo girava em volta da terra, era a verdade que guiava a filosofia, a ciência e a religião.


Restos mortais enterrados na Catedral de Frombork
Restos mortais enterrados na Catedral de Frombork
Vida e obra

Nascido numa família de ricos comerciantes, Nicolau Copérnico foi educado pelo tio, futuro bispo de Ermland, depois de ficar órfão aos onze anos. Em 1491 ingressou na Universidade de Cracóvia, onde estudou astronomia e matemática. Na busca incessante de novos conhecimentos, viajou para a Itália, em 1497. Na Universidade de Bolonha, estudou direito canónico durante três anos. A seguir, frequentou as universidades de Roma, Pádua e Ferrara e aprendeu medicina, direito, astronomia e matemática.

Só regressou definitivamente à Polónia em 1506 estabelecendo-se em Frauenburg (Frombork), onde realizou as primeiras observações feitas por instrumentos que ele próprio construiu. A teoria heliocêntrica ainda era apresentada apenas como hipotética, tendo começado a circular em 1529. Quatro anos depois, o papa Clemente VII solicitou uma exposição fundamentada e, em 1536, o cardeal Schönberg pediu que fosse publicada, mas Copérnico adiou a publicação, alegando a necessidade de elaborar uma teoria mais completa.

No ano seguinte, por intermédio de Rheticus, o primeiro livro completo, «De Revolutionibus Orbium Coelestium», foi enviado para publicação. Mas a obra só foi impressa, provavelmente, em 1543, contendo emendas e alterações sem o consentimento de Copérnico. O manuscrito original permaneceu com o autor até sua morte.
 

Investigadores recolheram DNA de caçador-colector com 30 mil anos de idade

Fonte: Ciência Hoje

2010-01-01



Equipa de arqueólgos que fez <br> as escavações nos anos 50
Equipe de arqueólgos que fez
as escavações nos anos 50
Cientistas alemães e russos analisaram o DNA extraído de despojos de um antigo caçador-recolector europeu de há 30 mil anos, que pode vir a fornecer mais esclarecimento sobre a evolução da espécie humana, noticia hoje a BBC News.

Estudos anteriores deste tipo foram ineficazes devido à dificuldade de distinguir entre o DNA dos antigos seres como o "homo sapiens" e do homem actual.

Detalhes do trabalho realizado pela equipa de cientistas de como foi possível superar este obstáculo foram publicados no jornal britânico da especialidade Current Biology.

Svante Paabo, do Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology de Leipzig (Alemanha) e os seus colegas começaram por estudar a informação genética de restos de um humano descoberto em 1954 em Kostenki.

As escavações em Kostenki, nas margens do rio Don, sul da Rússia, proporcionaram inúmeros achados arqueológicos do paleolítico, de entre 40 mil e dez mil anos atrás.

"O irónico é ter sido o nosso grupo a fazer este achado", declarou o professor Svante Paabo, referindo-se à recolha do DNA de um homem de 20 a 25 anos de idade sepultado numa cova de forma oval há 30 mil anos.

Conhecido como esqueleto de Markina Gora, encontrava-se numa posição pouco vulgar: agachado em posição vertical, com os ossos cobertos por uma pigmentação de ocre vermelho semelhante a outros registos de procedimentos usados em ritos fúnebres pré-históricos.

Da ossada foi recolhido DNA mitochondrial (mtDNA), que é passado de mãe para filhos, fornecendo um registo original da herança materna.

Usando a tecnologia que abriu caminho no estudo do DNA dos ossos do Neanderthal, os cientistas alemães e russos puderam distinguir entre o material genético antigo deste homem de Kostenki para compará-lo com o dos modernos seres humanos.